Todas as instituições consultadas defendem auditorias independentes periódicas nos ativos que lastreiam as stablecoins, criptomoedas criadas para manter valor estável. O levantamento também aponta uma cobrança por mais transparência sobre essas reservas.

  • Composição das reservas: 67% dos entrevistados acreditam que o lastro, ou seja, os ativos que sustentam o valor da stablecoin, deve ser formado integralmente por ativos de alta liquidez.

  • Transparência: para 70% dos executivos, o principal indicador de confiança é a divulgação periódica da composição, da liquidez e da localização dos ativos usados como reserva.

  • Próximos três anos: o uso corporativo e os pagamentos internacionais aparecem como as principais projeções de utilização das stablecoins.

Para o leitor brasileiro, o estudo reforça que auditoria, transparência e regras de governança devem ganhar espaço à medida que avança a regulação de ativos virtuais no país.