ABA diz que regras da OCC sobre stablecoins enfraquecem o Congresso dos EUA
A associação bancária americana criticou as regras da OCC para implementar a lei GENIUS, especialmente a retirada de salvaguardas contra pagamentos indiretos de rendimento.

Stablecoins são criptoativos desenhados para manter valor estável em relação a uma moeda fiduciária — em geral o dólar (USDT, USDC) ou o real (BRZ e pares). No Brasil elas concentram a maior parte do volume declarado. Aqui, lastro, ágio, câmbio e as regras do Banco Central.
A associação bancária americana criticou as regras da OCC para implementar a lei GENIUS, especialmente a retirada de salvaguardas contra pagamentos indiretos de rendimento.

A CNV argentina ampliou as exigências para corretoras de criptomoedas, com relatórios sobre investidores, monitoramento de carteiras e proibição de ferramentas de anonimização.

A Tether anunciou um investimento na fintech boliviana Peso para expandir o uso do USDT em pagamentos no varejo, no comércio eletrônico e em aplicativos de transporte.

As stablecoins registraram US$ 891 bilhões em transações no terceiro trimestre de 2026, segundo estudo da The Block e da Coinbase. O volume cresceu mais de quatro vezes desde o início de 2023, mesmo após a exclusão de operações automatizadas e bots.

Deputados franceses aprovaram por 38 votos a 37 uma proposta que prevê imposto de 31,4% sobre ganhos obtidos na conversão de criptomoedas em stablecoins. O texto ainda precisa passar por novas votações antes de seguir ao Senado.

A Injective assinou um memorando de entendimento com a custodiante sul-coreana BDACS para levar a stablecoin KRW1, lastreada no won, aos seus mercados de ativos tokenizados. A proposta depende de aprovação regulatória.

As stablecoins atreladas ao dólar somam cerca de US$ 300 bilhões, enquanto dez moedas pareadas ao real totalizam R$ 720,6 milhões em circulação. Segundo a Crypto Finance, a diferença reflete a maior procura dos brasileiros por exposição ao dólar.

A parceria conecta carteiras de criptomoedas e stablecoins à rede de pagamentos da Visa, sem exigir cartão separado ou transferência para uma conta bancária.

A Mastercard apresentou o Stablecoin Security, serviço que combina dados de pagamentos e análise de blockchain para ajudar bancos a identificar transações suspeitas antes da liquidação. A disponibilidade comercial global está prevista para o próximo ano.

A Assembleia Nacional da França aprovou uma emenda tributária voltada a determinadas trocas de stablecoins. Propostas sobre imposto de saída e declaração de carteiras autocustodiadas ainda estão em análise.

Enviar US$ 200 por sistemas financiados por stablecoins custa US$ 2, ante US$ 12,72 por transferências tradicionais, segundo relatório da Borderless.xyz. A comparação usa dados de períodos diferentes.

O Deutsche Bank pretende lançar serviços de custódia de cripto na Alemanha e levar a oferta a centros financeiros asiáticos em 2027. O plano é impulsionado pelo crescimento dos ativos digitais, incluindo stablecoins.

Participantes do CONNECT da Cointelegraph discutiram em Singapura o avanço dos ativos tokenizados e o uso de stablecoins em pagamentos do dia a dia. Para Alex Taaffe, da GSR, a oferta de ativos do mundo real on-chain ainda cresce mais rápido que a demanda.

A Mastercard lançou a Global Money Platform, que permite a empresas manter, converter e usar stablecoins em serviços bancários e cartões. Nuvei e Marqeta estão entre as primeiras empresas a adotar a solução.

Bo Hines, ex-assessor de cripto de Donald Trump, teria mantido participação na Nxum enquanto defendia a aprovação da GENIUS Act nos EUA. a empresa recebeu US$ 6,3 milhões em um acordo com a Tether.

O Conselho de Estabilidade Financeira (FSB) publicou em 12 de outubro um documento de 5 páginas alertando sobre os riscos das stablecoins. Ele destaca que 99% dos US$ 300 bilhões do mercado está atrelado ao dólar americano e que possíveis problemas com elas podem afetar diversos países.

O banco revisou a projeção após o mercado de stablecoins se estabilizar em cerca de US$ 309 bilhões neste ano. a atividade de transações continua crescendo mesmo com a oferta mais lenta.

O consórcio bancário europeu Qivalis obteve autorização como Instituição de Dinheiro Eletrônico do De Nederlandsche Bank. a empresa planeja emitir uma stablecoin em euro nos próximos meses, ainda sujeita a exigências do MiCA.

A América Latina movimentou US$ 593,8 bilhões em criptomoedas nos 12 meses encerrados em junho de 2026, alta de 9,8%. As stablecoins puxaram parte desse crescimento e já representavam 32,1% do valor enviado entre países da região em junho.

Um relatório da Tempo aponta que propostas de regras contábeis nos Estados Unidos podem mudar a forma como empresas registram stablecoins em seus balanços. O ponto central é se o token dá direito direto de resgate, critério que definiria quais stablecoins poderiam ser tratadas como caixa.
