A agência de serviços financeiros do Japão pediu que corretoras de criptomoedas imponham atraso nos saques como parte de uma nova ofensiva contra golpes. O pacote também inclui registro de endereços, limites definidos por cliente e autenticação mais forte para reduzir o uso indevido de contas.
O que aconteceu: A FSA do Japão solicitou às exchanges medidas adicionais de proteção para dificultar fraudes envolvendo contas de clientes. Entre elas estão o registro prévio de endereços de saque, limites específicos para cada usuário e mecanismos mais rígidos de verificação de identidade.
Por que importa: A proposta mira um ponto comum em golpes: a retirada rápida de ativos depois que a conta é comprometida ou usada de forma irregular. Ao criar uma espera antes do saque e travas por perfil de cliente, as plataformas ganham mais tempo para identificar movimentações suspeitas.
Para o leitor brasileiro, o recado é direto: controles de saque, autenticação reforçada e limites por conta tendem a ganhar espaço em mercados que tentam reduzir fraudes, algo que também interessa a usuários de corretoras no Brasil.




