Os Estados Unidos iniciaram uma nova rodada de ataques contra o Irã após uma ofensiva contra um navio no Estreito de Ormuz, uma das principais rotas de transporte de petróleo e gás do mundo. A reação do mercado foi imediata: o petróleo subiu, enquanto investidores passaram a recalcular os efeitos do conflito sobre inflação, juros e ativos de risco.
O que aconteceu: o barril do WTI era cotado a US$ 71,51 (aprox. R$ 408) no domingo, após uma alta semanal de 5%. O Brent chegou a US$ 75,97 (aprox. R$ 433). Já o ouro fechou a semana em queda, pressionado pelas incertezas nas negociações entre Estados Unidos e Irã e pela expectativa de juros elevados nos EUA por mais tempo.
Mercados: no Brasil, o Ibovespa subiu 2,18% na semana e encerrou a sexta-feira em 177.866 pontos. O dólar caiu 1,14% e fechou em R$ 5,11. Entre os destaques da bolsa, CSN Mineração (CMIN3) avançou 21,35% e Magazine Luiza (MGLU3), 17,30%. Na outra ponta, Azevedo e Travassos (AZEV4) recuou 33,15% e Raízen (RAIZ4) perdeu 10,26%. Na B3, houve saída líquida de R$ 7,8 bilhões de investidores estrangeiros em junho, segundo mês seguido de retiradas, embora o saldo acumulado de 2026 ainda esteja positivo em R$ 33,8 bilhões.
O Bitcoin (BTC) avançou mais de 2% na semana e era negociado a US$ 64.068 (aprox. R$ 365,2 mil) no domingo, com leve queda de 0,40% nas últimas 24 horas. Entre outras criptomoedas, o Ethereum (ETH) estava em US$ 1.817,54 (aprox. R$ 10,4 mil), o XRP em US$ 1,09 (aprox. R$ 6,21) e a Solana (SOL) em (aprox. ).




