A economia cripto de Singapura cresceu 55,4% e chegou a US$ 284 bilhões (aprox. R$ 1,56 trilhão), mesmo com retração no conjunto mais amplo da região.

O avanço foi puxado pela atividade em plataformas institucionais, que subiu 94%. Esse tipo de movimentação costuma envolver empresas, fundos e outros participantes profissionais, em vez de usuários de varejo.

Filipinas, Tailândia e Vietnã apareceram em outro recorte: as transferências P2P de pequeno valor. P2P é a negociação direta entre pessoas, sem a intermediação tradicional de uma corretora no livro de ofertas.

Para o leitor no Brasil, o dado ajuda a separar dois usos bem diferentes de cripto: infraestrutura para grandes instituições e transferências menores entre usuários, modelos que têm riscos, custos e regras distintas.