O Banco do Brasil registrou lucro líquido ajustado de R$ 3,9 bilhões no 2T26, avanço de 3,3% em 12 meses e de 13,9% na comparação com o 1T26. No lucro contábil, o banco somou R$ 3,175 bilhões no trimestre.
No semestre, o quadro ficou mais fraco. O lucro ajustado fechou em R$ 7,3 bilhões, recuo de 34,2% em relação ao primeiro semestre de 2025.
O que pesou:
- Custo do crédito: chegou a R$ 18,5 bilhões no trimestre e a R$ 37,3 bilhões no semestre, alta de 43,3% em 12 meses.
- Inadimplência: a taxa acima de 90 dias terminou junho em 5,61%, contra 3,96% um ano antes.
- Cobertura: caiu para 148,45%, abaixo dos 183,16% de junho de 2025.
A margem financeira bruta somou R$ 27,5 bilhões no trimestre e R$ 54,9 bilhões no semestre. A carteira de crédito total chegou a R$ 1,3 trilhão, com destaque para o agronegócio, que ficou em R$ 421,6 bilhões.
Para você no Brasil, a leitura é direta: lucro trimestral ainda aguenta, mas a piora da inadimplência e o custo do crédito deixam o resultado mais pressionado, o que afeta a saúde do banco e o preço da ação BBAS3.
As despesas administrativas ficaram em R$ 10,1 bilhões no trimestre, enquanto o banco distribuiu R$ 926 milhões em juros sobre capital próprio e dividendos, ou R$ 0,16 por ação. A ação terminou o trimestre a , queda de no período.




