A Base, ligada à Coinbase, vai selecionar 10 startups para uma aceleradora de US$ 1 milhão (aprox. R$ 5,8 milhões). A prioridade é apoiar equipes que desenvolvam agentes de IA (softwares que executam tarefas de forma autônoma), além de produtos de pagamentos, trading e financiamento.
O que aconteceu: a empresa está enxugando o programa para um grupo menor de participantes. A ideia é concentrar recursos em times que já estejam construindo soluções nessas quatro frentes.
Por que importa: para quem acompanha cripto no Brasil, a combinação de IA com pagamentos e trading aponta para produtos que podem mexer com uso prático de blockchain, inclusive em serviços que no futuro podem conversar com corretoras, carteiras e meios de pagamento.> No Brasil, esse tipo de iniciativa pode influenciar produtos que cheguem a corretoras locais e serviços em reais, mas sem mudar automaticamente regras do BCB ou da CVM.




