O Bitcoin (BTC) era negociado a US$ 62.973,09 (aprox. R$ 365,2 mil) por volta das 12h de sexta-feira, com recuo de 0,01%. O mercado seguia de olho na faixa entre US$ 62,5 mil e US$ 63 mil (aprox. entre R$ 362,5 mil e R$ 365,4 mil), apontada como um suporte relevante de preço.

Em números: Ethereum (ETH) subia 0,91% em 24 horas, para US$ 1.881,62 (aprox. R$ 10,9 mil). BNB avançava 1,14%, a US$ 610,20 (aprox. R$ 3,5 mil), enquanto XRP ganhava 0,05%, cotado a US$ 1,00 (aprox. R$ 5,80).

O que aconteceu: Entre as demais criptomoedas de maior valor de mercado, USDT era negociado a US$ 0,9988 (aprox. R$ 5,79), USDC a US$ 0,9998 (aprox. R$ 5,80), Solana (SOL) a US$ 75,40 (aprox. R$ 437,3), TRON (TRX) a US$ 0,3309 (aprox. R$ 1,92), Hyperliquid (HYPE) a US$ 56,32 (aprox. R$ 326,7) e Dogecoin (DOGE) a US$ 0,0700 (aprox. R$ 0,41).

Por que importa: A manutenção do BTC nessa faixa deve depender mais da combinação entre dados macroeconômicos, condições de liquidez e fluxo para os ativos do que de um único gatilho. Para a próxima semana, o mercado aguarda a ata da reunião mais recente do Fomc, o comitê de política monetária dos Estados Unidos.

Para o leitor brasileiro, a oscilação do em dólar pode mudar ainda mais quando o real sobe ou cai frente à moeda americana.