O Bitcoin (BTC) operava na faixa de US$ 63 mil na manhã desta sexta-feira (17), depois de cair cerca de 1,6% em 24 horas, segundo dados da Coingecko. Em sete dias, a criptomoeda acumula baixa de 1,9%; em um mês, a desvalorização gira em torno de 2,5%.
O que aconteceu: sem um gatilho claro para sustentar as cotações, o mercado de criptoativos amanheceu no vermelho. O movimento veio junto com a piora do humor global, após o sexto dia seguido de operações militares dos Estados Unidos (EUA) contra alvos iranianos e uma nova promessa de retaliação por parte de Teerã.
Por que importa: além da tensão geopolítica, os mercados também sentiram uma nova rodada de vendas em ações de fabricantes de chips, em meio a dúvidas sobre o retorno dos investimentos em inteligência artificial (IA). Criptomoedas e ações de tecnologia não andam juntas o tempo todo, mas costumam reagir de forma parecida quando o investidor foge de ativos mais arriscados.
Entre os principais ativos digitais, o Ethereum (ETH) caía 2,7%, para US$ 1.834,71 (aprox. R$ 10,6 mil), enquanto o XRP recuava 2,0%, a US$ 1,08 (aprox. R$ 6,26). O quadro era parecido em outros nomes do setor: BNB perdia 2,2%, Solana (SOL) caía 1,8% e Hyperliquid (HYPE) tinha a maior queda entre os dez maiores, de 8,6% em 24 horas.
Para o leitor brasileiro, esse tipo de sessão costuma aparecer também nas cotações em reais das corretoras locais, já que o preço por aqui acompanha o mercado internacional e a variação do dólar.
Em números: o BTC era cotado a US$ 63.074,56 (aprox. ); o , a (aprox. ); o seguia em (aprox. ); o , em (aprox. ). Nos mercados tradicionais, bolsas asiáticas fecharam em baixa, enquanto índices europeus e futuros de também operavam no negativo.




