O Bitcoin (BTC) era negociado na faixa de US$ 62,6 mil (aprox. R$ 362 mil) na manhã desta terça-feira, com queda perto de 0,2% em 24 horas, segundo dados da Coingecko. Em sete dias, a maior criptomoeda do mercado acumula perda de quase 1%; em um mês, a desvalorização é de cerca de 3%.

O que aconteceu: o mercado acompanha a divulgação do Índice de Preços ao Consumidor (CPI) dos Estados Unidos, indicador de inflação que costuma mexer com as apostas sobre os próximos passos do Federal Reserve (Fed), o banco central americano. A expectativa é de inflação anual de 3,8% em junho e, na comparação mensal, de deflação. Juros altos por mais tempo costumam reduzir o apetite por ativos de maior risco, como as criptomoedas.

Pressão externa: além do dado de inflação, investidores monitoram o aumento da tensão no Oriente Médio. O foco está no anúncio feito na segunda-feira (13) pelo presidente dos EUA, Donald Trump, sobre o restabelecimento do bloqueio à navegação iraniana no Estreito de Ormuz, rota estratégica para o transporte global de petróleo. A medida elevou o temor de interrupções no abastecimento e puxou os preços da commodity.

Entre os principais criptoativos, o Ethereum (ETH) subia cerca de 1,1% nas últimas 24 horas e avançava 1,4% em sete dias, negociado a US$ 1.794,83 (aprox. R$ 10,4 mil). Já o XRP, da Ripple, caía 0,6% no dia e acumulava baixa de 4,7% na semana.

Em números: entre os 10 maiores tokens, o BNB avançava 0,2%, a Solana (SOL) ganhava 1,1% no dia, mas caía 6,8% em sete dias, e o Hyperliquid (HYPE) tinha a maior alta diária da lista, de , além de ganho semanal de . e operavam estáveis, próximos de .