O Bitcoin (BTC) chega a outubro carregando uma fama antiga no mercado cripto: o mês costuma concentrar os melhores retornos históricos da criptomoeda. A mediana de alta supera 15%, acima de fevereiro, que aparece em seguida com 11%.
Esse padrão ajudou a popularizar o apelido Uptober, mistura de “up” com “October”. O ponto de atenção é que o comportamento parece estar mais ligado à própria tradição de bons desempenhos no mês do que a fatores objetivos, como aumento sazonal de demanda ou redução de oferta.
Na semana, outros temas também mexeram com o mercado. No Brasil, as resoluções BCB nº 588 e BCB nº 575 passaram a valer a partir de quinta-feira, 1º, com mudanças para o mercado nacional de criptomoedas.
Para quem opera no Brasil, regras do BCB importam porque podem afetar a forma como corretoras, prestadores de serviço e produtos ligados a cripto funcionam no país.
A Strategy (MSTR) também voltou ao radar ao comprar 1.665 BTC por cerca de US$ 142,7 milhões (aprox. R$ 771 milhões), a um preço médio de US$ 85.681 (aprox. R$ 463 mil) por unidade, entre 21 e 27 de setembro, segundo documento enviado à SEC. Fundos de criptomoedas registraram entrada de US$ 3,55 bilhões (aprox. R$ 19,2 bilhões), maior fluxo do ano, após a decisão do Federal Reserve (Fed) de elevar os juros em 25 pontos-base.


