O Bitcoin (BTC) começou a terça-feira, 14/07/2026, praticamente estável, sem mudança relevante nas últimas 24 horas. Pela manhã, a criptomoeda era cotada a R$ 324.058,77 e seguia na região de US$ 62 mil (aprox. R$ 359,6 mil).

O que aconteceu: segundo Andre Franco, CEO da Boost Research, o presidente Donald Trump anunciou a retomada do bloqueio à navegação iraniana no Golfo e uma tarifa de 20% sobre cargas que cruzarem o Estreito de Ormuz. A medida levou o Brent a subir 1,7%, para US$ 84,72 (aprox. R$ 491,4), no maior nível em um mês.

Por que importa: o avanço do petróleo recolocou no radar o risco de inflação mais resistente nos EUA. Isso ganha peso justamente num dia de agenda carregada, com a divulgação do CPI de junho às 8h30 no horário de Washington e, mais tarde, o primeiro depoimento semestral de Kevin Warsh à Câmara como presidente do Federal Reserve.

Para quem acompanha o mercado no Brasil, a combinação entre inflação nos EUA e preço do petróleo costuma mexer com o apetite por risco e pode influenciar tanto o BTC quanto o câmbio e outros ativos locais.