O Bitcoin (BTC) é o ponto de convergência entre as análises da Vault Capital e da Foxbit para outubro. Os especialistas destacam os fluxos para ETFs à vista, a escassez do ativo e o retorno da demanda institucional, mas ressaltam que novas altas de juros nos Estados Unidos podem reduzir o apetite por criptomoedas de menor capitalização.
O chamado “Uptober”, referência ao histórico de desempenho positivo do BTC em outubro, também entra na avaliação. O padrão passado não garante ganhos futuros, e a recomendação dos analistas é manter o bitcoin como base da exposição ao setor, usando outras teses para buscar crescimento adicional, sempre com atenção à volatilidade.
Entre os demais ativos, o Ethereum (ETH) é acompanhado pela atualização Glamsterdam e pela posição da rede em DeFi (finanças descentralizadas), stablecoins e tokenização. A Uniswap (UNI) ganhou destaque após mecanismos de captura de receita para o token, enquanto a possível estreia de futuros de UNI na CME aproxima o protocolo do mercado financeiro tradicional.
A Ondo (ONDO) aparece ligada à tokenização de ativos do mundo real, conhecidos como RWAs. Pendle (PENDLE) explora rendimentos tokenizados e renda fixa on-chain. Já Sui (SUI) tem como catalisador o Sui Basecamp 2026, marcado para 7 e 8 de outubro, mas enfrenta possível aumento de volatilidade com o desbloqueio de tokens. A lista inclui ainda Aave (AAVE), por programas de recompra e pelo Aavenomics 3.0, e Aerodrome (AERO), que passa por uma migração operacional entre os ecossistemas Base e Optimism, com desafios de execução.


