O Bitcoin (BTC) acumula alta de cerca de 40% no trimestre e voltou à região de US$ 80 mil (aprox. R$ 440 mil). O movimento reacendeu a possibilidade de uma retomada até US$ 100 mil (aprox. R$ 550 mil), nível alcançado em 2025 e perdido pouco depois.
As apostas acompanhadas pela Polymarket indicam que o mercado concentra suas expectativas para outubro entre US$ 82.500 (aprox. R$ 453,8 mil) e US$ 85.500 (aprox. R$ 470,3 mil). Segundo Luis Kuniyoshi, da Empiricus Research, o próximo teste para a continuidade da alta está no rompimento dessa faixa. As probabilidades citadas são de 88% para avanço até US$ 85.000 e de 87% para recuo até US$ 82.500.
A eventual melhora do BTC pode favorecer as altcoins, nome dado às criptomoedas que não são o bitcoin, caso parte do capital migre para ativos menores. A Empiricus afirma que seus modelos identificam moedas com potencial de valorização de até 214 vezes, mas essa é uma projeção, não uma garantia de retorno. Tokens de baixa capitalização estão sujeitos a volatilidade extrema, pump-and-dump, rug pull e perdas expressivas, e a maioria dos investidores pode perder quase todo o capital.
Para quem acompanha o mercado no Brasil, a cotação em reais também depende da variação do dólar. O BTC tinha valor de mercado estimado em US$ 1,68 trilhão (aprox. R$ 9,24 trilhões) no fechamento citado.



