O Bitcoin até ensaiou uma melhora no humor do mercado, mas travou antes do rompimento que muita gente vinha observando. Na prática, o movimento perdeu força justamente no ponto que poderia confirmar uma alta mais consistente.
No Ethereum, o sinal foi pior. O ETH acabou de registrar um death cross no gráfico semanal (quando uma média de preço mais curta cruza para baixo de uma média mais longa, algo que analistas costumam ler como sinal de fraqueza). Segundo a análise citada pela Decrypt, isso não acontecia havia anos.
Esse tipo de indicador técnico não garante o que vem pela frente, mas costuma chamar atenção porque sugere perda de tração no preço. Em cripto, isso ganha peso extra por causa da volatilidade, que pode ampliar movimentos para cima e para baixo em pouco tempo.
Para o leitor brasileiro, o recado é simples: sinais técnicos como esse podem mexer com o preço de BTC e ETH nas corretoras locais também, sempre com impacto em reais (R$).




