O Bitcoin (BTC) era negociado a US$ 83.159,37 (aprox. R$ 449 mil) às 11h, com alta de 0,57% em 24 horas, mas ainda pressionado na semana. A queda temporária abaixo de US$ 81 mil (aprox. R$ 437 mil) acionou liquidações em massa e levou traders a enviarem cerca de 55 mil BTC para exchanges.

As liquidações somaram US$ 968,95 milhões (aprox. R$ 5,23 bilhões) nas últimas 24h, segundo o CoinGlass. A maior parte, US$ 773,99 milhões (aprox. R$ 4,18 bilhões), veio de posições que apostavam na alta das criptomoedas, o que ampliou a volatilidade de curto prazo.

Os fundos negociados em bolsa também pesaram. ETFs de Bitcoin registraram saídas de US$ 244 milhões (aprox. R$ 1,32 bilhão) em um pregão, enquanto os fundos de Ethereum chegaram à oitava sessão seguida de resgates, com retiradas de US$ 641 milhões (aprox. R$ 3,46 bilhões). Em outubro, as saídas acumuladas dos dois produtos se aproximaram de US$ 1 bilhão (aprox. R$ 5,4 bilhões).

Entre as principais criptomoedas, o Ethereum (ETH) caía 1,45%, a US$ 2.496,21 (aprox. R$ 13,5 mil). A Solana (SOL) recuava 4,06%, a US$ 110,32 (aprox. R$ 596), enquanto o XRP perdia 1,06%, a US$ 1,40 (aprox. R$ 7,56). O Tether (USDT) seguia praticamente estável, a US$ 0,999228 (aprox. R$ 5,40).

Para quem acompanha cripto no Brasil, o ponto central é o câmbio: quedas em dólar podem ser suavizadas ou ampliadas em reais, dependendo do movimento do frente à moeda americana.