O Bitcoin (BTC) recuou quase 2% nas primeiras horas desta sexta-feira (14), sendo negociado a US$ 62.797,47 (aprox. R$ 364,2 mil). Em sete dias, a queda acumulada chega a 3,14%; no ano, o ativo registra baixa de 28,24%.
Desempenho das maiores criptomoedas:
- Ethereum (ETH): US$ 1.874,09 (aprox. R$ 10,9 mil), com queda de 0,40% em 24 horas.
- BNB (BNB): US$ 605,53 (aprox. R$ 3,5 mil), recuo de 0,71% no dia.
- Solana (SOL): US$ 75,43 (aprox. R$ 437,50), baixa de 0,30%.
- XRP (XRP): US$ 1,00 (aprox. R$ 5,80), queda de 0,46%.
- Dogecoin (DOGE): US$ 0,06935 (aprox. R$ 0,40), recuo de 0,93%.
- Hyperliquid (HYPE): US$ 56,53 (aprox. R$ 328, queda de 1,62%).
- TRON (TRX): US$ 0,3332 (aprox. R$ 1,93), baixa de 0,06%.
Por que importa: a pressão sobre o BTC não veio de um único fator. Riscos geopolíticos, petróleo mais caro, dúvidas sobre a liquidez global e uma reação limitada aos dados macroeconômicos dos Estados Unidos aumentaram a aversão a ativos de risco, como ações e criptomoedas.
A faixa entre US$ 62,5 mil (aprox. R$ 362,5 mil) e US$ 63 mil (aprox. R$ 365,4 mil) continua sendo o principal suporte de preço observado pelo mercado. A sustentação desse nível dependerá da combinação entre indicadores econômicos, liquidez e fluxo de recursos para os ativos.
Para quem acompanha o mercado no Brasil, a variação do dólar também altera o valor do Bitcoin em reais, mesmo quando a cotação do ativo permanece estável em dólares.



