O Bitcoin (BTC) era negociado a US$ 65.995,09 (aprox. R$ 382,8 mil) nesta quarta-feira (22), com recuo de 0,4% nas últimas 24 horas, segundo a Coingecko. Mesmo assim, a criptomoeda acumulava alta de 2,1% em sete dias e valorização próxima de 3% em um mês.
O que aconteceu: o mercado de ativos digitais operava em leve alta pela manhã, apoiado pela continuidade das entradas nos ETFs de bitcoin à vista. Na terça-feira (21), esses fundos receberam US$ 203 milhões (aprox. R$ 1,18 bi) em aportes líquidos e completaram seis pregões seguidos de captação positiva, a maior sequência desde abril, de acordo com a SoSoValue.
Por que importa: esse movimento é visto como sinal de melhora no humor dos investidores institucionais. Também pesam a discussão do Clarity Act nos Estados Unidos e a recuperação das ações de semicondutores, um segmento que tem influenciado o apetite por risco quando o mercado volta a apostar no avanço da IA.
As atenções do dia se voltavam para o balanço da Alphabet, controladora do Google, previsto para depois do fechamento do mercado americano. Os investidores buscavam indícios de que os gastos elevados com IA estão gerando novas receitas e ganho de eficiência.
Para o investidor brasileiro, o movimento do BTC costuma influenciar preços em corretoras locais e pares negociados em real, mesmo quando o gatilho vem de ETFs e balanços nos Estados Unidos.
Entre os principais criptoativos, o Ethereum (ETH) caía 0,6% e era negociado a US$ 1.929,89 (aprox. R$ 11,2 mil). Já o XRP, token da Ripple usado em pagamentos internacionais, subia , a (aprox. ).



