O Bitcoin (BTC) era negociado a US$ 64.173,26 (aprox. R$ 372,2 mil) na manhã desta terça-feira, com recuo de 1,23% nas últimas 24 horas. O mercado de criptomoedas operava sem direção clara, à espera da divulgação do CPI dos Estados Unidos, indicador que mede a inflação ao consumidor.
O que aconteceu: no mercado tradicional, as bolsas da Ásia fecharam majoritariamente em baixa. Na Europa, os principais índices também caíam, enquanto os futuros de Nova York operavam mistos.
Em números: entre as maiores criptomoedas do mercado, o Ethereum (ETH) valia US$ 1.884,44 (aprox. R$ 10,9 mil), em queda de 1,67% em 24 horas. O XRP (XRP) recuava 2,58%, para US$ 1,00 (aprox. R$ 5,80), enquanto o BNB (BNB) subia 0,30%, cotado a US$ 607,53 (aprox. R$ 3,5 mil). Entre os destaques positivos do grupo, o TRON (TRX) avançava 1,32% e o Hyperliquid (HYPE) ganhava 1,21%.
Por que importa: o foco do mercado está no CPI de julho nos EUA. Segundo o Deutsche Bank, a projeção é de alta de 0,15% no índice cheio na comparação mensal e de 0,26% no núcleo do CPI, que exclui itens mais voláteis.
Se a inflação não perder força sozinha, o Federal Reserve (Fed), banco central dos EUA, pode ter menos espaço para aliviar a política monetária e até manter aberta a possibilidade de nova alta de juros em setembro.
Para o investidor brasileiro, decisões do Fed costumam mexer com o apetite por risco no mundo e podem influenciar o preço do BTC, além de afetar o câmbio e o valor dos ativos em real.



