O Bitcoin (BTC) operava na faixa de US$ 64.123,17 (aprox. R$ 365,5 mil) na manhã de quinta-feira, 16, com queda de 0,7% em 24 horas, segundo a Coingecko. Em sete dias, a criptomoeda acumula alta de 2,3%, mas ainda cai 3,5% no intervalo de um mês.

O que aconteceu: na quarta-feira, 15, o BTC chegou a US$ 65,5 mil (aprox. R$ 373,4 mil), a máxima de julho até aqui. O movimento veio na esteira da inflação mais fraca nos Estados Unidos, que aumentou o apetite por risco. Mesmo assim, o ativo ainda não mostrou força para manter uma trajetória firme de alta.

Sentimento do mercado: o índice de medo e ganância do BTC marcou 34 pontos nesta quinta, acima dos 28 da semana passada. Esse indicador vai de 0 a 100 e funciona como um termômetro do humor do mercado: níveis muito baixos costumam sinalizar medo intenso, enquanto patamares altos podem anteceder correções.

Entre as maiores criptomoedas, o Ethereum (ETH) subia 0,5% em 24 horas e acumulava ganho de 8,1% em sete dias, cotado a US$ 1.882,38 (aprox. R$ 10,7 mil). O XRP, da Ripple, avançava 0,1% no dia e 1,5% na semana. Outros destaques do grupo dos dez maiores tokens eram Solana (SOL), com alta de 1,5% em 24 horas, e Hyperliquid (HYPE), que subia 3,2%.

Para o leitor brasileiro, o recado é simples: com o mercado sem direção clara, oscilações externas continuam pesando no preço das criptomoedas negociadas nas corretoras locais e no valor convertido para o real.