O Bitcoin (BTC) subiu para US$ 64 mil (aprox. R$ 371 mil) após a inflação ao consumidor nos EUA perder força em junho mais do que o mercado esperava. O movimento ajudou o humor dos investidores, mas não eliminou a cautela no setor.
O que aconteceu: A leitura de junho mostrou uma desaceleração da inflação que, segundo o relato, foi a maior em seis anos. Esse alívio costuma reforçar a expectativa de condições financeiras menos apertadas, o que tende a beneficiar ativos de risco, como as criptomoedas.
Por que importa: Mesmo com a reação positiva do BTC, o mercado segue sensível ao cenário externo. As tensões geopolíticas continuam lançando incerteza sobre os preços das criptomoedas e podem limitar ganhos no curto prazo.
Para o leitor brasileiro, esse tipo de dado dos EUA costuma mexer com o apetite global por risco e pode influenciar tanto o preço do BTC em corretoras locais quanto a cotação em real.




