O Bitcoin (BTC) era negociado na faixa de US$ 65,1 mil (aprox. R$ 377,6 mil) nesta segunda-feira, com alta de 1,3% em 24 horas, segundo a Coingecko. Em sete dias, a criptomoeda acumula ganho de cerca de 1,8%. No intervalo de um mês, a valorização se aproxima de 8%.
O que aconteceu: a trégua entre Estados Unidos e Irã no fim de semana reduziu o temor de uma escalada maior no Oriente Médio e melhorou o humor dos mercados. Esse movimento aumentou o apetite por risco, o que costuma favorecer ativos mais voláteis, como as criptomoedas.
A mudança de clima também apareceu no petróleo, que caiu quase 7% e ficou abaixo de US$ 90 por barril (aprox. R$ 522). Com a energia pressionando menos a inflação, o mercado passou a observar com ainda mais atenção a próxima decisão do Fed.
No radar: a expectativa majoritária, segundo o FedWatch, do CME Group, é de manutenção dos juros entre 3,50% e 3,75% ao ano, pela quinta reunião seguida. Ainda assim, Janet Yellen afirmou, durante participação na Expert XP, em São Paulo, que os dirigentes podem voltar a elevar as taxas se uma nova onda de tensão no Oriente Médio pressionar os preços da energia.
Para o investidor brasileiro, juros altos nos EUA costumam reduzir o espaço para ativos de risco e mexer com o fluxo global para criptomoedas.
Além do BTC, outras moedas relevantes também operavam em alta. O Ethereum (ETH) subia cerca de 4,4% em 24 horas, para US$ 1.961,84 (aprox. R$ 11,4 mil), enquanto a Solana (SOL) avançava 2%, cotada a US$ 76,55 (aprox. ). Entre os dez maiores tokens do mercado, o destaque negativo no dia era a , com queda de .




