O Bitcoin (BTC) voltou a ser negociado acima de US$ 66 mil (aprox. R$ 334 mil) pela primeira vez em quase cinco semanas, na terça-feira (21). Em julho, a criptomoeda acumula recuperação de cerca de 13,7%, depois de ter começado o mês em US$ 58 mil.
O que aconteceu: o mercado não aponta um gatilho único para a alta, mas o Clarity Act voltou ao centro das atenções. O projeto, que trata da regulação cripto nos Estados Unidos, estava parado no Senado por divergências entre republicanos e democratas. Nesta semana, rumores de um acordo reacenderam a expectativa de votação.
Por que importa: o BTC costuma funcionar como termômetro do mercado de criptoativos. Quando ele reage, parte dos investidores passa a enxergar a possibilidade de fim do bear market (período prolongado de queda) e de retorno do apetite por risco, especialmente em moedas menores e mais voláteis.
A reportagem também cita a visão de analistas da Empiricus Research, que defendem atenção às chamadas nanocoins — criptomoedas com valor de mercado geralmente abaixo de US$ 1 bilhão (aprox. R$ 5,1 bi). Segundo eles, esses ativos podem oscilar muito mais do que gigantes como BTC e ETH, tanto para cima quanto para baixo.
Em números: a matéria menciona um exemplo de token ligado a inteligência artificial (IA) que saiu de US$ 240 (aprox. R$ 1,2 mil) em meados de 2023 para US$ 4.300 (aprox. R$ 21,8 mil) em 18 meses, uma valorização de 1692%. Também cita que, no ciclo anterior, o mercado subiu 6 vezes, enquanto as principais nanocoins avançaram, em média, até 2.570 vezes.




