A Bitmine aumentou sua posição em ETH com a compra de 53,5 mil ETH e agora controla 4,9% da oferta da rede. A empresa vem mantendo a estratégia de acumulação há 65 semanas consecutivas.
Mesmo com o mercado cripto em queda por um período prolongado, a companhia diz ter suportado US$ 5,1 bilhões (aprox. R$ 28,9 bilhões) em perdas não realizadas — quando o ativo vale menos no papel, mas ainda não foi vendido.
Para quem acompanha o mercado no Brasil, esse tipo de concentração em ETH chama atenção porque pode aumentar a sensibilidade do preço a movimentos de grandes tesourarias e de investidores institucionais.
No varejo brasileiro, o sinal mais prático é observar o risco: quando uma empresa concentra uma fatia grande de um criptoativo, a volatilidade continua alta e o comportamento do preço pode mudar rápido.




