O Bradesco anunciou nesta quarta-feira (12) a expansão de sua operação de custódia institucional para incluir criptomoedas, stablecoins e outros ativos tokenizados. A nova plataforma foi criada para fazer a guarda e a gestão desses ativos para clientes do mercado financeiro.

O que aconteceu: segundo o banco, a solução foi desenhada para atender participantes do sistema financeiro, gestores de recursos, fundos de investimento e tesourarias que precisam de infraestrutura específica para operar com ativos digitais.

Primeiro cliente: a Foxbit será a primeira empresa a usar a plataforma de custódia do Bradesco. O banco disse que a estrutura foi preparada para se conectar com diferentes agentes do ecossistema financeiro.

Como funciona: entre os pontos destacados pelo Bradesco estão processos de governança e compliance, monitoramento contínuo de transações e carteiras, controles operacionais e trilhas de auditoria.

Para o mercado brasileiro, o movimento mostra bancos tradicionais ampliando a oferta de infraestrutura para ativos digitais, em um ambiente que exige atenção a custódia (guarda dos ativos), controles internos e regras de conformidade.