Carteiras de criptomoedas ligadas ao Grupo Lazarus movimentaram US$ 30 milhões (aprox. R$ 174 milhões) em ativos digitais pela Hyperliquid, segundo dados compartilhados pelo analista da Arkham Emmett Gallic.
As carteiras enviaram fundos para a Hyperliquid e a HyperUnit por meio de Bitcoin (BTC), converteram os valores em Ether (ETH) ou Solana (SOL) e depois usaram uma bridge, ponte que leva ativos entre redes diferentes, para as redes Tron, Solana ou Ethereum.
No fim do fluxo, os depósitos foram encaminhados para KuCoin, Kraken e Lbank, além de vários serviços não identificados na rede Tron.
Para o leitor no Brasil, esse tipo de movimentação reforça a pressão sobre corretoras e plataformas que operam com cripto, num momento em que rastreio de transações e controles de origem de recursos seguem no radar de reguladores e empresas que atendem o mercado local.




