Jason Oxman, CEO da Electronic Transactions Association (ETA), afirmou que membros da organização podem começar a enxergar com mais clareza o potencial disruptivo do Bitcoin. Segundo ele, esse movimento pode resultar em mais parcerias entre provedores tradicionais de pagamentos eletrônicos e startups ligadas à criptomoeda.
O que aconteceu: a fala de Oxman aponta para uma possível aproximação entre empresas já consolidadas no setor de pagamentos e companhias que atuam com Bitcoin. A leitura é que parte da indústria pode deixar de ver a tecnologia apenas como concorrência e passar a tratá-la como oportunidade de negócio.
Por que importa: quando entidades tradicionais do setor financeiro começam a reconhecer o impacto de uma tecnologia, isso costuma acelerar conversas comerciais e testes de integração. No caso do Bitcoin, isso pode significar novos arranjos entre infraestrutura de pagamentos já existente e startups focadas em serviços com criptoativos.
Para o leitor brasileiro, esse tipo de movimento ajuda a mostrar como o Bitcoin pode ganhar espaço por meio de empresas de pagamento já conhecidas do mercado, e não só dentro do universo das corretoras e plataformas de cripto.




