Shayne Coplan, CEO da Polymarket, disse que alguns traders estão buscando oportunidades mais previsíveis em mercados de previsão. A comparação dele foi direta: perseguir o próximo token capaz de multiplicar por 100x vira uma espécie de “batata quente”.

A fala aponta para uma diferença de comportamento entre quem tenta lucrar com narrativas de curto prazo em cripto e quem prefere apostar em eventos com resultado verificável, como ocorre em mercados de previsão (plataformas em que usuários negociam probabilidades sobre acontecimentos futuros).

Tokens prometidos como “gemas” de 100x costumam atrair atenção justamente pelo potencial de ganho rápido, mas carregam risco alto: volatilidade extrema, movimentos de pump-and-dump e perda quase total do capital para a maioria dos participantes.

Para o leitor no Brasil, o ponto prático é separar especulação de informação: promessa de retorno explosivo não substitui análise de risco, liquidez e regras aplicáveis a criptoativos.