O Banco Popular da China, PBOC, abriu uma investigação sobre empresas e pessoas envolvidas nas atividades da Solana no país e confirmou em 6 de novembro que autoridades interromperam um evento da rede em Xangai, segundo o BeInCrypto Brasil.
O banco central afirmou que a divulgação da Solana (SOL) violou regras locais para criptomoedas. De acordo com a publicação, anúncios da rede foram exibidos na fachada da Citigroup Tower, no distrito financeiro de Lujiazui, em Xangai.
O PBOC trabalhou com reguladores financeiros locais, polícia e órgãos de supervisão do mercado para cancelar o Solana Accelerate China 2026. O evento estava marcado para 16 de outubro, no Hotel Shangri-La.
Na manhã do encontro, os organizadores disseram por e-mail que dificuldades logísticas impediriam a realização. Lily Liu, presidente da Solana Foundation, afirmou depois que as inscrições quadruplicaram durante a noite e ultrapassaram o limite de público informado às autoridades, citando riscos de superlotação e exigências regionais.
Segundo o BeInCrypto Brasil, o PBOC considera a SOL uma moeda virtual e aponta que a tecnologia da Solana pode ser usada para emitir e negociar tokens como o USDT, da Tether. Um comunicado de fevereiro de 2026, assinado por oito agências chinesas, classifica essas atividades como ilegais e proíbe empresas estrangeiras de prestar serviços de cripto sem autorização prévia.
A China continental proíbe a negociação de criptomoedas desde 2021. O PBOC não informou quais empresas ou pessoas serão investigadas nem indicou possíveis sanções.



