O Citi vai oferecer custódia de Bitcoin para clientes institucionais, integrando o ativo digital ao mesmo framework usado para ativos tradicionais. A iniciativa reforça o avanço de Wall Street sobre serviços ligados a cripto.

O que aconteceu: o banco pretende permitir que instituições mantenham Bitcoin e investimentos convencionais sob a mesma estrutura de custódia (serviço de guarda de ativos).

Por que importa: para grandes clientes, isso reduz a necessidade de separar a infraestrutura de cripto da operação financeira já usada no mercado tradicional.

No Brasil, esse tipo de movimento ajuda a pressionar bancos e corretoras a acelerar ofertas de custódia e serviços institucionais ligados a cripto, um tema que também conversa com regulação e com a atuação de BCB e CVM.