Clientes da Onilx, do Onil Group, recorreram à Justiça para tentar reaver valores que não conseguiram sacar, enquanto as reclamações contra a empresa no Reclame Aqui se aproximam de 700, segundo o Livecoins.
Em um dos processos analisados pelo veículo, a Justiça autorizou o bloqueio de criptomoedas em nome das empresas e do sócio-proprietário Fábio Lino em corretoras como Mercado Bitcoin, Foxbit e Bybit.
A Onilx captou recursos de investidores em todo o Brasil com promessas de rendimentos mensais. Após a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) emitir uma ordem para interromper a atuação da empresa, houve uma corrida de clientes para sacar o dinheiro.
A defesa da empresa paranaense havia dito que pediria ao Banco Central autorização para funcionar como corretora de criptomoedas. Segundo o Livecoins, até segunda-feira (19), a Onilx ainda não havia protocolado o pedido. O prazo terminava em 30 de outubro.
Relatos indicam que o delegado Filipe Pace, da Polícia Federal em Curitiba, iniciou uma investigação contra o negócio. Procurada pelo Livecoins, a PF disse que não comenta investigações em andamento.
No Reclame Aqui, um cliente de Curitiba relatou acúmulo de contas após não conseguir recuperar o dinheiro e responsabilizou Fábio Lino pelo colapso de suas finanças. O Livecoins informou que não conseguiu contato com a defesa da Onilx para comentar as reclamações e os processos.



