O rali do Bitcoin ganhou força com uma combinação de compras institucionais, melhora das condições macroeconômicas e um ambiente regulatório mais amigável em Washington. A alta ainda foi intensificada por liquidações de posições vendidas, quando traders apostam na queda e são forçados a recomprar o ativo.
Esse efeito técnico ajudou a acelerar o movimento depois de liquidações de bilhões de dólares em operações short. Na prática, quando muita gente aposta contra o preço e o mercado sobe rápido, essas posições são encerradas à força, o que adiciona ainda mais compra no curto prazo.
A leitura do mercado é que Wall Street e Washington estão atuando como vetores centrais desse avanço. De um lado, entram recursos institucionais; de outro, cresce a percepção de um cenário regulatório menos hostil para o setor nos Estados Unidos.
Para o leitor no Brasil, esse tipo de movimento costuma respingar em corretoras locais e pares em real, já que o preço do BTC acompanha o mercado global quase em tempo real.




