A Coreia do Sul pode dar mais poderes à FIU, a unidade de inteligência financeira do país, para agir contra empresas de cripto que operam sem registro. A proposta permite investigar suspeitas de violação e repassar casos diretamente para a polícia ou outras autoridades.
Na prática, isso aumenta a pressão sobre operadores que atuam fora do sistema formal. Para o mercado, a mensagem é clara: quem quiser operar no país terá de seguir as exigências locais.
Para o leitor no Brasil, o ponto central é a fiscalização. Aqui, empresas de cripto também precisam observar regras de atuação, além de obrigações com BCB e CVM quando aplicáveis.




