Entrevistas de emprego falsas foram usadas para drenar US$ 11 milhões (aprox. R$ 60 milhões) de 7.000 carteiras de criptomoedas. A operação foi associada ao grupo hacker WaterPlum e ao esquema de trabalhadores remotos de tecnologia ligado a Pyongyang.
Um alerta assinado por sete agências aponta que as duas frentes estão ligadas ao mesmo departamento. O documento relaciona a abordagem usada nas entrevistas fraudulentas à estrutura norte-coreana que emprega profissionais de tecnologia remotamente.
A estratégia explora processos seletivos para obter acesso ou induzir vítimas a realizar ações que comprometem suas carteiras. O caso mostra como golpes que parecem oportunidades de trabalho podem atingir diretamente os ativos digitais das vítimas.



