A maioria dos estudantes universitários dos EUA quer que as faculdades ensinem cripto e blockchain, mas acaba buscando esse conteúdo nas redes sociais quando não encontra disciplina formal. O levantamento encomendado pela OKX indica que 90% dos estudantes e 87% dos pais apoiam esse ensino na graduação.
O interesse também aparece na defesa de aulas obrigatórias: 27% dos estudantes e 32% dos pais disseram que o tema deveria fazer parte do currículo. O dado sugere uma demanda que ainda não encontrou espaço equivalente na oferta acadêmica.
Uma análise separada de 2025, feita em 533 universidades dos EUA com escolas de negócios credenciadas, mostrou que só cerca de 28% ofereciam cursos de blockchain.
No Brasil, esse descompasso ajuda a explicar por que muita gente aprende sobre cripto fora da sala de aula, o que aumenta o risco de informação superficial ou enviesada.




