Os ETFs spot de Bitcoin nos EUA receberam US$ 471 milhões em entradas em um único dia, no desempenho mais forte desde 25 de fevereiro. O movimento ajudou a recolocar o BTC perto de US$ 70.000, em meio à expectativa de traders por um possível rompimento com a volatilidade na metade inicial do segundo trimestre.
Segundo o texto de origem, essa reação ocorre apesar do cenário macroeconômico ainda desafiador, com o mercado passando a considerar uma perspectiva mais estável para os juros e um eventual alívio das tensões geopolíticas no Oriente Médio. O Bitcoin também teria deixado para trás semanas de consolidação entre US$ 65.000 e US$ 68.000, enquanto o volume negociado avançou 35% e chegou a US$ 52 bilhões nas últimas 24 horas.
- Analistas citados apontam para um possível “choque de oferta”, com ETFs absorvendo moedas em ritmo superior ao da mineração.
- Michaël van de Poppe, da MN Consultancy, afirmou que o Bitcoin mostra força e que o caminho para novas máximas estaria aberto.
- O texto também menciona que o piso do indicador Cumulative Value Days Destroyed (CVDD) foi redefinido e que as Bandas de Bollinger estão nas configurações mais estreitas em anos.
Infraestrutura em foco
Além do avanço do Bitcoin, a publicação destaca uma migração de atenção para projetos voltados à escalabilidade. O principal exemplo citado é a LiquidChain (LIQUID), descrita como uma solução Layer 3 voltada a trading de alta frequência, aplicações DeFi e games, com proposta de conectar Bitcoin, Ethereum e Solana em uma camada de execução unificada.
De acordo com a matéria, a LiquidChain usa tecnologia de ZK-rollup para oferecer tempos de bloco abaixo de um segundo e taxas de gas próximas de zero. O token LIQUID seria utilizado para taxas de gas, governança e recompensas de staking. O texto afirma ainda que participantes iniciais já têm acesso a staking com retorno de até 42% APY, enquanto a mainnet estaria prevista para o fim deste trimestre e a comunidade teria crescido mais de 50% no último mês.
Para o leitor brasileiro, o avanço de produtos ligados a Bitcoin e de projetos de infraestrutura pode influenciar o apetite por cripto em corretoras locais, mas isso não altera regras da CVM, do BCB ou obrigações fiscais no Imposto de Renda.




