A Ethereum continuou como a blockchain com maiores perdas ligadas a hacks no primeiro semestre de 2026, segundo a Blockaid. No mesmo período, a Solana passou a ocupar o segundo lugar nesse ranking, substituindo a Arbitrum.

O que aconteceu: a mudança na segunda posição foi atribuída principalmente a casos de comprometimento de chaves. Em termos simples, isso acontece quando invasores conseguem acesso a chaves privadas ou credenciais que dão controle sobre carteiras ou sistemas.

Por que importa: o dado reforça que o risco em cripto não depende só da rede usada, mas também da forma como acessos e chaves são protegidos. Quando essas credenciais vazam ou são roubadas, as perdas podem ocorrer mesmo sem uma falha direta na blockchain.

Para o leitor brasileiro, o alerta vale na prática para quem mantém cripto em carteira própria ou usa plataformas de mercado: a proteção das chaves e dos acessos continua sendo um dos pontos mais sensíveis do setor.