A fabricante suíça BitBox, conhecida por suas carteiras físicas de criptomoedas, informou que modelos de IA ajudaram a localizar duas falhas graves no firmware do dispositivo. A empresa também alertou que versões antigas desse software ainda deixam usuários expostos.

O que aconteceu: o problema foi identificado no firmware (o software interno que controla o funcionamento da carteira). De acordo com a BitBox, a descoberta contou com apoio de modelos de IA mais avançados.

Por que importa: em carteiras de hardware, o firmware é uma camada crítica de segurança. Se há falhas graves ali, a proteção dos criptoativos pode ser comprometida, especialmente para quem ainda usa versões antigas.

Para o leitor brasileiro, o recado prático é simples: quem usa carteira física para guardar Bitcoin e outros criptoativos precisa acompanhar atualizações de segurança do fabricante.