A FATF afirmou que elementos centralizados ainda aparecem com frequência em plataformas de DeFi (finanças descentralizadas, feitas para operar sem intermediários tradicionais) e, por isso, essas estruturas deveriam ser reguladas. O recado veio acompanhado de outro alerta: quase todos os países ainda não colocaram essas regras em prática.
O que aconteceu: o organismo de supervisão disse que partes centralizadas "frequentemente persistem" no DeFi, mesmo em projetos que se apresentam como descentralizados. Na avaliação da FATF, isso abre espaço para enquadrar essas operações nas normas já existentes.
Por que importa: além de cobrar aplicação das regras, a entidade advertiu que plataformas que não seguirem as exigências podem enfrentar até proibições diretas. Isso aumenta a pressão sobre empresas e protocolos que tentam atuar à margem da supervisão regulatória.
Para o leitor brasileiro, o debate importa porque pressões regulatórias globais costumam influenciar discussões locais envolvendo BCB, CVM, corretoras e serviços ligados a cripto.




