A FinCEN retirou uma proposta de 2020 que previa o monitoramento de transações com carteiras de criptomoedas sob autocustódia, administradas diretamente pelos próprios usuários.

A agência também abandonou um plano de 2023 para classificar os misturadores de criptomoedas, serviços que combinam transações para dificultar o rastreamento dos fundos, como uma preocupação prioritária de lavagem de dinheiro.