O FMI passou a dizer que doações ajudaram a ampliar a reserva de Bitcoin de El Salvador. A posição contrasta com a avaliação feita há um ano, quando o fundo afirmava que o total não havia mudado.
Na leitura anterior, o FMI dizia que a reserva estava apenas sendo reorganizada entre carteiras do governo, sem aumento real no volume de BTC. Agora, o órgão reconhece que parte desse crescimento veio de doações.
A mudança importa porque mexe com a interpretação sobre como El Salvador vem reforçando sua exposição ao Bitcoin. Em vez de simples transferências internas, o novo entendimento indica entrada efetiva de moedas nas reservas do país.
Para o leitor no Brasil, o caso mostra como a forma de contabilizar reservas em BTC pode mudar a leitura sobre a estratégia de um governo com criptoativos.




