A Galaxy prometeu até US$ 5 milhões (aprox. R$ 29 milhões) em bolsas para desenvolvedores focados na segurança quântica do Bitcoin. A iniciativa mira pesquisas e ferramentas para proteger a rede contra riscos ligados à computação quântica.
O que aconteceu: a empresa também elegeu um conselho de especialistas em assessoria quântica para pesquisar soluções de migração resistentes a ataques quânticos. Na prática, isso envolve estudar como o Bitcoin poderia adotar proteções novas sem comprometer o funcionamento da rede.
Por que importa: computação quântica é uma tecnologia que, em tese, pode quebrar certos métodos criptográficos usados hoje. Por isso, o debate sobre segurança quântica trata de como preparar o Bitcoin com antecedência para um cenário em que esse risco se torne real.
Para quem acompanha cripto no Brasil, o tema ajuda a medir como grandes empresas do setor estão tratando a segurança de longo prazo do BTC, ativo que também tem forte presença nas corretoras locais.




