A Galaxy Digital anunciou uma iniciativa para apoiar a proteção do Bitcoin contra riscos ligados à computação quântica. A empresa pretende liberar até US$ 5 milhões (aprox. R$ 29 mi) em subsídios para projetos de código aberto voltados à chamada criptografia pós-quântica (métodos de segurança pensados para resistir a computadores quânticos).

O que aconteceu: a empresa também formou um conselho consultivo dentro da sua Iniciativa de Preparação Quântica para o Bitcoin. O grupo reúne Barry Sanders, professor e diretor científico da Quantum City na Universidade de Calgary; Damien Bérubé, bolsista Knauss do MIT Sea Grant; e Eran Tromer, professor de ciência da computação da Universidade de Boston.

Para onde vai o dinheiro: os recursos devem financiar propostas de atualização resistentes à computação quântica, pesquisas em criptografia pós-quântica, esquemas de assinatura para Bitcoin, ferramentas de migração para carteiras e custodiantes e auditorias formais de segurança.

Para quem usa BTC no Brasil, o tema importa mais para o longo prazo da infraestrutura e da custódia do que para uma mudança imediata no uso diário.