A japonesa Gumi anunciou que começará a operar neste sábado um fundo de criptoativos de 3 bilhões de ienes, cerca de US$ 18,3 milhões (aprox. R$ 106,1 milhões). A iniciativa foi estruturada em parceria com a SBI Financial Services e conta com apoio do Daiwa Securities Group e de outros investidores.

O que aconteceu: o fundo será administrado pela SBI Crypto Fund, uma joint venture controlada em 51% pela SBI Financial Services e em 49% pela gC Labs, subsidiária da Gumi. Segundo a empresa, a carteira deve concentrar investimentos em Bitcoin e nas principais altcoins.

Como vai funcionar: a estratégia inclui staking (processo de travar criptoativos para receber rendimento), rebalanceamento de portfólio (ajuste periódico da carteira para manter a alocação planejada) e hedge (proteção para reduzir perdas em movimentos adversos do mercado).

O novo fundo amplia a estratégia de ativos digitais da Gumi, que mantém ligação forte com o ecossistema do XRP. A empresa também informou que quase dobrou suas participações em criptomoedas ao longo do último ano.

Para o leitor brasileiro, o movimento mostra como empresas listadas e grupos financeiros tradicionais seguem criando veículos formais para exposição a cripto, algo que ajuda a medir o avanço da classe de ativos fora das corretoras.