A H100, da Suécia, mais que triplicou sua posição em Bitcoin (BTC) ao concluir uma aquisição de 2.455 BTC. Depois da operação, a empresa passou a deter 3.506 BTC e assumiu o posto de segunda maior tesouraria corporativa de Bitcoin da Europa.

O que aconteceu: a compra adicionou 2.455 BTC ao caixa da companhia, levando o total para 3.506 BTC. Na prática, tesouraria em Bitcoin significa que a empresa mantém parte de suas reservas no ativo digital, em vez de deixar tudo apenas em caixa ou aplicações tradicionais.

Por que importa: o movimento coloca a H100 entre as empresas europeias com maior exposição direta ao BTC. Esse tipo de estratégia costuma atrair atenção porque aumenta a ligação entre o balanço da empresa e a oscilação do preço do Bitcoin.

Para o leitor brasileiro, o caso mostra como empresas seguem usando Bitcoin como reserva corporativa, um modelo que envolve potencial de valorização, mas também volatilidade forte no balanço.