O Fundo Monetário Internacional (FMI) afirmou que o Bitcoin adicionado por El Salvador desde junho de 2025 não saiu de dinheiro público. Segundo a instituição, os aportes vieram de doações privadas.

A declaração foi dada depois de El Salvador informar uma compra de US$ 100 milhões (aprox. R$ 580 milhões), o que levantou dúvidas sobre a origem dos recursos usados para ampliar a posição em cripto.

Para o leitor no Brasil, o ponto central é a rastreabilidade do dinheiro: em operações com cripto, a origem dos recursos pesa tanto quanto o valor movimentado, especialmente quando há debate com autoridades e organismos internacionais.