Manpreet Kohli, executivo acusado de ter lucrado US$ 20 milhões (aprox. R$ 116 milhões) em um suposto esquema para manipular o token Saitama, avançou mais um passo rumo a um julgamento em Boston.

O caso coloca no centro a suspeita de manipulação de mercado em um token altamente especulativo, tema que costuma atrair investidores pela viralização nas redes, mas também expõe quem entra tarde em operações com pouca transparência.

Para o leitor no Brasil, episódios assim servem de alerta sobre o risco de tokens sem lastro claro, algo que também interessa à atenção da CVM e ao uso de corretoras, inclusive quando a negociação começa fora do país.

Em casos desse tipo, a volatilidade extrema e a possibilidade de pump-and-dump (quando o preço é inflado artificialmente e depois desaba) costumam deixar a maior parte dos participantes no prejuízo.