A Kalshi afirmou que não foi contatada pela Commodity Futures Trading Commission (CFTC) sobre a atividade de negociação em seus contratos futuros perpétuos de Ether, que não têm data de vencimento. A empresa também disse não acreditar que esteja sendo alvo de uma investigação formal.

Segundo a companhia, quase US$ 5 bilhões (aprox. R$ 29 bilhões) em negociações de contratos de tamanho semelhante refletiram seus programas de incentivo à liquidez. A Kalshi rejeitou a acusação de wash trading, prática que simula volume por meio de compras e vendas coordenadas, sem uma mudança econômica real de posição.

A movimentação foi associada a negociações rápidas concentradas em torno de US$ 5.500 (aprox. R$ 31.900), segundo uma reportagem do The Wall Street Journal que citou uma pessoa familiarizada com o assunto. O escrutínio ocorre enquanto a Kalshi amplia esse negócio: uma semana após lançar os mercados de contratos futuros perpétuos, em maio, a empresa disse à CNBC que o volume havia superado US$ 1 bilhão (aprox. R$ 5,8 bilhões).