Bruxelas avalia se o crédito em cripto deve ser enquadrado no MiCA, o marco regulatório europeu para criptoativos. A discussão esbarra nos cofres de empréstimo em DeFi (finanças descentralizadas, sem intermediário tradicional), que complicam a identificação de quem deve ser regulado.

O ponto central é que, nesse tipo de estrutura, a linha entre plataforma, operador e usuário fica menos clara. Isso torna mais difícil aplicar regras pensadas para serviços com responsáveis bem definidos.

Para o leitor no Brasil, o debate na Europa é um sinal de que produtos de DeFi podem entrar cada vez mais no radar de reguladores, inclusive em discussões que chegam à CVM e ao BCB.