O MUFG está conduzindo uma prova de conceito para registrar em blockchain transações de repo com títulos públicos japoneses. Nesse tipo de operação, um título é vendido com o compromisso de recompra posterior, mecanismo comum de financiamento de curto prazo no mercado.
O que aconteceu: o teste pretende colocar essas transações “onchain”, ou seja, processadas em uma rede blockchain, para viabilizar liquidação 24/7 e melhorar a eficiência no uso de capital e nas rotinas operacionais.
Por que importa: no mercado tradicional, operações com títulos e liquidação financeira costumam seguir janelas e horários definidos. A proposta do MUFG é usar a infraestrutura em blockchain para reduzir essa limitação e tornar o processo mais contínuo.
Para o leitor brasileiro, o movimento mostra como grandes bancos seguem testando blockchain em ativos tradicionais — um sinal acompanhado de perto por instituições, reguladores e infraestrutura de mercado também no Brasil.




